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A equipe de Atenção Primária à Saúde acompanha a família Santos, residente em uma comunidade urbana de alta vulnerabilidade social, com condições precárias de moradia e histórico de casos de tuberculose (TB) na vizinhança.
A família é composta por:
• Mãe (38 anos): hipertensa e com tosse persistente há três semanas;
• Filho adolescente (16 anos): assintomático, mas mora em quarto compartilhado com a mãe;
• Filha (12 anos): baixa imunidade devido a desnutrição leve;
• Avó (65 anos): sobrevivente de TB tratada há 10 anos.
Durante a visita domiciliar, a equipe identifica:
• Dificuldade de ventilação adequada nos quartos;
• Falta de adesão à vacinação de rotina;
• Baixo conhecimento da família sobre transmissão e prevenção da TB;
• Medo e estigma relacionados à doença.
Considerando MCCP, abordagem familiar, Educação Popular em Saúde (EPS), vigilância em saúde e notificação compulsória, qual a conduta mais adequada? Assinale a alternativa correta.
A decisão sobre rastreamento de contatos e medidas preventivas deve ser exclusivamente do médico, sem diálogo ou participação da família.
A notificação de TB deve ser realizada após confirmação laboratorial definitiva da mãe, e o acompanhamento dos contatos deve ser iniciado após a confirmação do resultado.
O manejo da TB deve se limitar à prescrição do tratamento da mãe, encaminhando para vigilância epidemiológica para realização de ações preventivas e visitas domiciliares.
A equipe deve realizar notificação compulsória imediata da TB, avaliar todos os membros da família, implementar medidas de controle ambiental e isolamento domiciliar quando necessário.