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Um adolescente de 15 anos com diagnóstico de asma desde a infância procura a unidade de saúde por piora do controle nos últimos três meses. Relata sintomas diurnos 4 vezes por semana, despertares noturnos semanais e uso de salbutamol de alívio quase diariamente. Nega internações recentes.
Em uso atual:
• Salbutamol spray sob demanda
• Budesonida inalatório em baixa dose irregular (refere esquecer doses)
Exame físico: sibilos expiratórios difusos, sem sinais de gravidade. Saturação 97% em ar ambiente.
Considerando as diretrizes atuais de manejo da asma em adolescentes, qual é a melhor estratégia terapêutica para controle da doença neste momento?
Iniciar terapia combinada com corticoide inalatório em dose adequada associado a beta-agonista de longa duração e reforçar adesão e técnica inalatória.
Suspender corticoide inalatório e iniciar corticosteroide oral por 7 dias.
Introduzir antibiótico macrolídeo contínuo para controle inflamatório da asma persistente.
Manter apenas broncodilatador de curta duração sob demanda e orientar retorno em 30 dias.