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Um paciente de 48 anos, sedentário e com sobrepeso, realizou exames laboratoriais de rotina, apresentando os seguintes resultados:

*LDL-c = Colesterol da Lipoproteína de Baixa Densidade; **HDL-c = Colesterol da Lipoproteína de Elevada Densidade; *** ApoB = Apolipoproteína B.
Com base nos achados laboratoriais e na interpretação clínica segundo a diretriz brasileira, é CORRETO afirmar que:
os níveis elevados de triglicerídeos não têm relação com o risco aterosclerótico, sendo apenas relevantes para pancreatite.
a elevação isolada do colesterol total é suficiente para caracterizar o risco cardiovascular, independentemente das frações lipídicas.
o HDL-c reduzido não possui relevância clínica quando o LDL-c está elevado.
a ApoB não é útil na avaliação do risco cardiovascular, sendo redundante em relação ao LDL-c.
o perfil é compatível com dislipidemia aterogênica, caracterizada por elevação de triglicerídeos, LDL-c e ApoB, associada à redução do HDL-c, indicando aumento do risco cardiovascular.