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J.R.F., menino de 4 anos, previamente hígido, é trazido à emergência por febre alta (40 °C) com início há 12 horas. No exame, encontra-se taquicárdico (FC: 165 bpm), com enchimento capilar > 4 segundos, extremidades frias e pulso periférico fino. A pressão arterial está dentro dos parâmetros normais para a idade. Não há evidências de sobrecarga hídrica. O hospital dispõe de unidade de terapia intensiva pediátrica com acesso a suporte avançado. Qual deve ser a conduta inicial mais apropriada? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Iniciar apenas fluidos de manutenção, sem bolus, na ausência de hipotensão.
Iniciar vasopressor de forma precoce, mesmo antes de expansão volêmica, para evitar agravamento hemodinâmico.
Adiar qualquer expansão volêmica até confirmação laboratorial de lactato elevado.
Administrar bolus de fluido de 10–20 mL/kg, com reavaliações contínuas, interrompendo se surgirem sinais de sobrecarga volêmica.