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S.V.A., menina de 2 anos, previamente hígida, apresenta tosse seca e aumento do esforço respiratório há 24 horas. No exame, observa-se frequência respiratória de 52 IRPM, tiragem subcostal, sem batimento de asa do nariz, sem gemência, sem estridor. A criança encontra-se ativa, com boa aceitação oral e sem cianose. A saturação de oxigênio em ar ambiente é 93%. Não há sinais de perigo geral como convulsões, sonolência ou recusa alimentar. O serviço é ambulatorial, sem suporte hospitalar.
Segundo a diretriz da Organização Mundial da Saúde (WHO 2024), qual é a classificação clínica e a conduta indicada para esta criança? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Pneumonia — tratar com antibiótico oral em domicílio, com retorno orientado.
Pneumonia grave — internação imediata e início de antibiótico parenteral.
Doença muito grave — oxigenoterapia e suporte intensivo devido à hipoxemia limítrofe.
Infecção respiratória alta — sem necessidade de antibiótico, apenas cuidados gerais.