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T.M.A., 26 anos, sexo feminino, G2P1, com 17 semanas de gestação, comparece à unidade básica de saúde para seguimento do pré-natal. Relata histórico de sífilis tratada há dois anos, na gestação anterior. Atualmente está assintomática. O teste rápido para sífilis realizado nesta consulta foi reagente, e não há disponibilidade de VDRL no momento. Ela desconhece se o parceiro atual realizou tratamento prévio.
Considerando as diretrizes clínicas nacionais para o manejo da sífilis na gestação, qual é a conduta inicial mais adequada? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Iniciar imediatamente o tratamento com penicilina benzatina, considerando possível reinfecção, mesmo sem VDRL disponível.
Adiar o início do tratamento até que o teste não treponêmico (VDRL) esteja disponível para diferenciar cicatriz sorológica de nova infecção.
Considerar que o tratamento anterior foi suficiente e apenas acompanhar a gestação com sorologias mensais.
Encaminhar para unidade terciária para investigação com punção lombar, devido ao risco de neurossífilis.