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O Sr. A.M.G., 26 anos, com histórico de isolamento social progressivo há 8 meses, passa a apresentar comportamento desorganizado, além de delírios de perseguição e alucinações auditivas. Após avaliação psiquiátrica, é diagnosticado com esquizofrenia segundo os critérios clínicos vigentes. O paciente nunca fez uso de antipsicóticos e apresenta risco moderado de não adesão ao tratamento medicamentoso. Não há contraindicações clínicas ao uso de long-acting injectables (LAIs). Qual das condutas abaixo está mais adequada para o início do tratamento deste paciente? Entre as alternativas abaixo assinalar a que melhor responde ao questionamento.
Indicar imediatamente um antipsicótico de primeira geração em formulação depot como primeira escolha, devido ao menor custo e maior perfil de eficácia em episódios agudos.
Iniciar um antipsicótico de segunda geração, considerando via oral como primeira escolha, mas discutir precocemente o uso de formulações de longa duração, especialmente em casos de risco de não adesão.
Iniciar tratamento com dois antipsicóticos combinados para potencializar o controle dos sintomas psicóticos, evitando monoterapia inicial.
Postergar o início do tratamento farmacológico em favor de intervenção psicossocial intensiva nas primeiras 4 semanas, como estratégia prioritária segundo a NICE.