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O Sr. A.M.G., 40 anos, com esquizofrenia paranoide, histórico de múltiplas internações psiquiátricas e abandono recorrente de tratamento, acaba de receber alta hospitalar após episódio de descompensação psicótica. Está clinicamente estável, mas apresenta ausência de suporte familiar, vive em situação de vulnerabilidade social e demonstra pouca adesão ao uso contínuo de medicação. A cidade dispõe de CAPS III, equipe NASF e Unidade de Acolhimento (UA).
De acordo com a Portaria 3.588/2017 e a organização da RAPS, qual seria a estratégia mais adequada e completa de seguimento territorial para este paciente neste momento? Entre as alternativas abaixo assinalar a que melhor responde ao questionamento.
Acompanhamento intensivo no CAPS III articulado à Unidade de Acolhimento como retaguarda residencial transitória.
Referência ao NASF para ações pontuais de suporte matricial em unidade básica de saúde.
Encaminhamento para residência terapêutica como alternativa de moradia permanente pós-alta.
Reencaminhamento para internação em hospital psiquiátrico por risco de nova crise.