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A Srta. A.M.G., 31 anos, com epilepsia de início na adolescência, atualmente controlada com levetiracetam. Durante acompanhamento ambulatorial, relata tristeza persistente, distúrbios do sono, lentificação cognitiva e perda de interesse em atividades habituais, sem crises convulsivas nos últimos 6 meses. A equipe assistente suspeita de transtorno depressivo maior, mas hesita quanto à conduta devido ao histórico neurológico.
De acordo com a diretriz da International League Against Epilepsy (ILAE), qual é a conduta mais apropriada neste cenário? Entre as alternativas abaixo assinalar a que melhor responde ao questionamento.
Indicar avaliação neurocirúrgica precoce, uma vez que o controle das crises não eliminou os sintomas afetivos.
Priorizar investigação neurológica para atividade epiléptica subclínica antes de qualquer abordagem psiquiátrica.
Suspender o levetiracetam imediatamente e reavaliar em 4 semanas com foco em reversibilidade dos sintomas.
Realizar triagem formal para depressão e iniciar tratamento adequado, considerando a epilepsia como comorbidade.