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F.L.T, 56 anos, portador de tumor de base de língua, com trismo moderado e história prévia de radioterapia cervical, programado para laringectomia total. A avaliação pré-anestésica sugere provável dificuldade tanto para ventilação com máscara quanto para intubação traqueal. Saturação periférica de oxigênio em repouso de 94% em ar ambiente. Considerando as diretrizes atuais, qual é a conduta mais adequada entre as alternativas abaixo?
Realizar bloqueio cervical e manter o paciente acordado, sem estabelecimento prévio de via aérea definitiva.
Realizar indução em sequência rápida e tentativa de laringoscopia direta, pois se trata de cirurgia de via aérea.
Induzir anestesia geral com sevoflurano por máscara até plano profundo e então proceder à intubação.
Planejar intubação traqueal acordada, com estratégia definida e equipe preparada para falha, antes da indução anestésica.