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R.L.S., homem, 71 anos, sofreu acidente vascular cerebral isquêmico há três meses, com boa recuperação funcional e seguimento ambulatorial regular. É hipertenso, diabético, ex-tabagista, apresenta fibrilação atrial permanente e não possui história prévia de sangramento. Encontra-se clinicamente estável, sem déficits neurológicos residuais significativos. Qual é a conduta mais adequada para este perfil clínico? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
Iniciar anticoagulação oral para prevenção de eventos cardioembólicos associados à fibrilação atrial.
Manter apenas antiagregação plaquetária isolada, independentemente da presença de fibrilação atrial.
Priorizar apenas o controle de fatores de risco metabólicos, sem necessidade de terapia antitrombótica.
Iniciar dupla antiagregação plaquetária indefinidamente como estratégia padrão de prevenção secundária.