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A Sra. PTF de 44 anos, com obesidade, hipertensão arterial sistêmica e histórico de baixa adesão terapêutica, é acompanhada longitudinalmente por uma equipe de Saúde da Família. Em reunião multiprofissional, não se discutem apenas intervenções farmacológicas, mas também fatores relacionados ao contexto familiar, às condições de trabalho, às oportunidades de prática de atividade física no território, às barreiras de acesso aos serviços e às estratégias de fortalecimento do autocuidado.
As intervenções são pactuadas com a usuária, envolvendo acompanhamento médico e de enfermagem, articulação com outros profissionais para apoio técnico, definição compartilhada de metas e revisão periódica do plano conforme a evolução clínica e social. Todo o processo é registrado em prontuário e compartilhado entre os profissionais envolvidos, garantindo continuidade e corresponsabilização.
À luz das definições normativas da Política Nacional de Atenção Básica e da Carteira de Serviços da Atenção Primária à Saúde, o instrumento de gestão do cuidado aplicado nesse caso corresponde a: (dentro das alternativas abaixo assinalar a que melhor reponde ao questionamento)
Encaminhamento assistencial obrigatório, com transferência da responsabilidade clínica para outro nível de atenção.
Regulação assistencial, caracterizada pela centralização das decisões clínicas na instância gestora municipal.
Protocolo clínico padronizado, aplicado de maneira uniforme e independente das especificidades individuais.
Projeto terapêutico singular, construído de forma interdisciplinar, centrado na pessoa e revisto periodicamente conforme a evolução.