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O Sr. B.G.R. de 70 anos, hipertenso, é levado à Unidade de Saúde da Família por familiar que relata início súbito, há aproximadamente 50 minutos, de dificuldade para articular palavras, desvio da comissura labial e fraqueza no membro superior direito. À avaliação inicial, o paciente encontra-se consciente, com disartria evidente, assimetria facial e déficit motor focal, sem história prévia recente de trauma ou crises convulsivas.
A equipe reconhece quadro neurológico focal agudo, registra de forma precisa o horário de início dos sintomas, institui monitorização clínica básica e aciona imediatamente o serviço de remoção para transferência à unidade hospitalar de referência.
À luz das diretrizes assistenciais para manejo inicial de urgências na Atenção Primária, a conduta adotada está tecnicamente correta porque: (dentro das alternativas abaixo assinalar a que melhor reponde ao questionamento)
O manejo inicial deve restringir-se à analgesia, repouso e reavaliação ambulatorial em 24 horas.
A observação clínica prolongada na APS é suficiente nos quadros neurológicos focais iniciais, desde que o paciente esteja consciente.
A confirmação diagnóstica por exame de imagem na própria unidade é condição prévia obrigatória para o encaminhamento.
A suspeita de acidente vascular cerebral configura emergência, exigindo encaminhamento imediato para serviço de referência, com registro do tempo de início dos sintomas.