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J.P.M, masculino, 45 anos, previamente hígido, sofreu picada de inseto ao manipular uma colmeia durante atividade de apicultura recreativa, relatando visualização clara de uma abelha com permanência do ferrão aderido à pele após a picada; cerca de cinco minutos após o evento, evoluiu com prurido difuso, urticária generalizada, angioedema labial, dispneia, tontura e hipotensão, sendo atendido em unidade de emergência com diagnóstico de anafilaxia e resposta adequada à adrenalina intramuscular; não possui histórico prévio de reações a himenópteros; encontra-se estável no seguimento ambulatorial e deseja investigação etiológica para definição de risco futuro e eventual indicação de imunoterapia específica; considerando a identificação inequívoca do inseto envolvido e as recomendações atuais para investigação diagnóstica nesses casos, qual é a estratégia mais apropriada?
Solicitar pesquisa de IgE específica e/ou testes cutâneos exclusivamente para veneno de abelha, uma vez que o agente causal foi identificado de forma inequívoca.
Solicitar painel de IgE específica para venenos de todos os himenópteros (abelhas, vespas e formigas), independentemente da identificação clínica do inseto.
Solicitar apenas dosagem de IgE total como triagem inicial para confirmação de mecanismo alérgico sistêmico.
Realizar teste de contato (patch test) com extratos de insetos para investigação de hipersensibilidade tardia.