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Um homem de 68 anos, ex-tabagista com carga tabágica de 40 maços-ano, procura o ambulatório com queixas de tosse crônica produtiva, dispneia aos esforços moderados e episódios esporádicos de sibilância. No exame físico, apresenta tórax em “barril”, murmúrio vesicular globalmente diminuído e leve uso de musculatura acessória. A espirometria pósbroncodilatador revela:
VEF₁/CVF = 0,62
VEF₁ = 47% do previsto
Tendo como base os critérios de gravidade funcional da DPOC (GOLD 1–4), o estadiamento correto para este paciente é:
GOLD 1 – obstrução leve.
GOLD 2 – obstrução moderada.
GOLD 3 – obstrução grave.
GOLD 4 – obstrução muito grave.