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A investigação das anemias no âmbito da Estratégia de Saúde da Família exige uma análise criteriosa dos índices hematimétricos e das condições nutricionais da população, visando o diagnóstico etiológico preciso. Considerando as diretrizes de vigilância alimentar e nutricional para o acompanhamento longitudinal, assinale a alternativa CORRETA.
O tratamento da anemia microcítica e hipocrômica na Atenção Primária à Saúde deve priorizar o uso de transfusões sanguíneas mensais na unidade básica de saúde para evitar a sobrecarga funcional do sistema de regulação hospitalar municipal.
A identificação de palidez cutâneo-mucosa no exame físico deve ser tratada como um evento biológico isolado, proibindo-se a problematização de aspectos socioeconômicos ou da vulnerabilidade psicológica do grupo familiar no projeto terapêutico.
O monitoramento de usuários com anemia falciforme deve ocorrer de forma desarticulada da rede de atenção, sendo vedada a inclusão desses pacientes em grupos educativos sobre autocuidado para não interferir na especificidade do núcleo fonoaudiológico.
A investigação de anemia ferropriva em crianças menores de dois anos dispensa a análise da genealogia dos eventos alimentares, focando na prescrição isolada de ácido fólico em doses elevadas para estimular a síntese de DNA das hemácias.
O planejamento das ações para o controle das anemias carenciais deve ser fundamentado no diagnóstico alimentar e nutricional do território, utilizando indicadores de impacto para monitorar a eficácia da suplementação e das orientações dietéticas.