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O diagnóstico diferencial das cefaleias na Atenção Primária deve contemplar a possibilidade de sofrimento psíquico e a influência de determinantes sociais no cotidiano do usuário. Diante da necessidade de ampliação da clínica, assinale a alternativa CORRETA.
As situações de sofrimento subjetivo e transtornos mentais comuns costumam manifestar-se através de sintomas físicos sem explicação médica evidente, como cefaleias persistentes.
O manejo das cefaleias graves deve focar unicamente no controle químico da dor, sendo proibida a escuta das angústias dos usuários frente às condições de vida em território vulnerável.
O profissional de apoio deve desencorajar o uso de Práticas Integrativas e Complementares, como o Lian Gong, para o tratamento de dores posturais que irradiam para a região cervical e cefálica.
As cefaleias em mulheres de baixa escolaridade e renda devem ser tratadas como eventos imaginários, vedando-se a qualificação da atenção ou o suporte assistencial especializado.
O diagnóstico de enxaqueca crônica dispensa a análise da vulnerabilidade psicológica ou social, devendo o médico focar apenas no reparo de sistemas biológicos cerebrais isolados.