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Durante cirurgia cardíaca com circulação extracorpórea, o Perfusionista identifica falha progressiva no oxigenador, mas opta por ajustes técnicos sem comunicar imediatamente ao cirurgião. O paciente evolui com hipoxemia grave e sequelas neurológicas. Considerando bioética e legislação médica brasileira, é CORRETO afirmar que:
O perfusionista não possui responsabilidade, pois a decisão final é sempre do cirurgião.
O perfusionista deve comunicar apenas à equipe de enfermagem, sem necessidade de informar o cirurgião.
O perfusionista pode ocultar falhas técnicas para evitar conflitos hierárquicos, desde que tente corrigir o problema.
O perfusionista responde apenas administrativamente perante o hospital, sem implicações legais.
O perfusionista responde civil e penalmente por omissão de comunicação, pois comprometeu a segurança do paciente e violou dever ético.


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