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Paciente de 62 anos, hipertenso e diabético, apresenta suspeita de estenose crítica da artéria mesentérica superior. O exame Doppler mostra aliasing persistente no espectro, mesmo após ajustes básicos de ganho. De acordo com o caso, a conduta técnica CORRETA para eliminar o artefato sem comprometer a análise hemodinâmica deve ser:
Reduzir a profundidade de imagem para aumentar resolução espacial, mesmo que isso não altere o limite de Nyquist.
Elevar a escala de velocidade (PRF), ampliando o limite de Nyquist e reduzindo aliasing, ainda que diminua a sensibilidade a fluxos lentos.
Diminuir a frequência do transdutor, aumentando penetração e reduzindo aliasing, mas sacrificando resolução espacial.
Aplicar filtro de parede em níveis altos, eliminando sinais de baixa intensidade, mas comprometendo fluxos fisiológicos.
Ajustar o foco para região superficial, melhorando definição anatômica, mas sem impacto direto sobre aliasing.


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