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Em relação aos artefatos do Doppler, analise as assertivas abaixo:
I. As sombras são os artefatos do mapeamento de fluxo em cores mais comuns, com ausência tanto de dados bidimensionais como de fluxo dentro da sombra acústica.
II. O espelhamento é comum na análise espectral e pode ser reduzido com a diminuição do ganho.
III. É necessário realizar uma angulação adequada para evitar subestimação das velocidades.
IV. A interferência eletrônica aparece como uma faixa de sinais por meio da exibição espectral, sendo capaz de reduzir a intensidade dos sinais de fluxo.
Quais estão corretas?
Apenas I e II.
Apenas II e III.
Apenas III e IV.
Apenas I, II e IV.
I, II, III e IV.
Sobre o Doppler tecidual, analise as assertivas abaixo:
I. As velocidades obtidas pelo doppler colorido são geralmente menores do que os valores obtidos no Doppler tecidual espectral.
II. Para uma maior acurácia por conta da amplitude do movimento do miocárdio, o Doppler tecidual espectral deve ser obtido com tamanho da amostra, inferior àquela do Doppler pulsátil para a análise de fluxos intracavitários.
III. O Doppler tecidual espectral pulsado somente pode ser obtido em tempo real, enquanto o Doppler colorido bidimensional permite a análise das velocidades de tecido a posteriori.
IV. O princípio Doppler tecidual permite medir a movimentação do miocárdio usando o Doppler pulsátil (com o volume da amostragem posicional em um local específico no miocárdio).
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas I e II.
Apenas II e IV.
Apenas III e IV.
I, II, III e IV.
Estão entre os materiais mais usados nos transdutores de ecocardiografia, EXCETO:
Cristais de quartzo.
Titanato de bário.
Cerâmicas.
Fibra de vidro.
Material sintético (CMUT).
Durante procedimento de punção ecoguiada, o médico percebe complicação inesperada. Em relação ao enunciado, a conduta ética CORRETA deve ser:
Omitir o evento para evitar responsabilidade.
Delegar a outro profissional sem comunicação.
Interromper o exame sem explicação.
Solicitar apenas exames complementares sem informar o paciente.
Informar imediatamente o paciente e equipe multiprofissional, registrando o evento e providenciando suporte.
Paciente com dor e edema em membro inferior. Doppler mostra ausência de compressibilidade da veia femoral. Com base no caso, assinale CORRETAMENTE o critério que é diagnóstico:
Presença de aliasing no colorido.
Fluxo retrógrado venoso.
Ausência de compressibilidade venosa.
Espessamento da parede venosa.
Presença de colaterais superficiais.


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Paciente com varizes e edema crônico. Doppler mostra refluxo > 0,5 segundos na veia safena magna. Considerando o enunciado, a alternativa que apresenta a interpretação CORRETA é:
Insuficiência venosa crônica com refluxo patológico.
Fluxo fisiológico por compressão muscular.
Presença de trombose venosa profunda.
Variante anatômica sem relevância clínica.
Pseudoaneurisma venoso.
Paciente jovem apresenta dor cervical súbita após trauma leve. Doppler mostra fluxo duplo na carótida interna. Acerca do tema, o achado que caracteriza a dissecção arterial é:
Presença de trombo mural com ausência de fluxo.
Formação de falso lúmen paralelo ao verdadeiro.
Dilatação fusiforme da parede arterial.
Fluxo retrógrado na artéria carótida externa.
Espessamento difuso da íntima-média.
Paciente com história de trombose venosa profunda apresenta edema crônico e dor persistente. Acerca do caso, o mecanismo que explica a síndrome pós-trombótica é:
Formação de aneurisma venoso.
Compressão extrínseca da veia.
Alteração da viscosidade sanguínea.
Obstrução residual e refluxo venoso crônico.
Fluxo retrógrado arterial.
Paciente de 58 anos, com história de hipertensão arterial sistêmica e dislipidemia, apresenta dor abdominal pós-prandial recorrente. O exame Doppler da artéria mesentérica superior mostra fluxo turbulento, mas a análise espectral é inconclusiva devido à profundidade e à presença de artefatos. O médico considera o uso de contraste ultrassônico para melhor caracterização. O benefício específico que o contraste ultrassônico oferece, nesse contexto, é:
Intensifica o sinal do fluxo sanguíneo, permitindo melhor visualização da perfusão mesentérica e detecção de fluxos lentos ou em regiões de difícil insonação.
Reduz a necessidade de ajustes de PRF e ganho, eliminando automaticamente artefatos de aliasing.
Substitui completamente o Doppler espectral, fornecendo análise quantitativa direta da velocidade sem necessidade de curva espectral.
Aumenta a velocidade de propagação do som nos tecidos, reduzindo atenuação e melhorando penetração em pacientes obesos.
Permite avaliar diretamente a composição da placa aterosclerótica, diferenciando lipídios, cálcio e fibrose pela resposta acústica.
Durante avaliação da circulação abdominal, o médico identifica artéria hepática direita originando-se diretamente da artéria mesentérica superior. A interpretação anatômica CORRETA desse caso clínico é:
Variante anatômica comum, denominada artéria hepática direita acessória, com relevância em procedimentos intervencionistas.
Variante rara, denominada artéria hepática esquerda acessória, sem impacto clínico.
Variante patológica, associada a aneurisma da artéria mesentérica superior.
Variante adquirida, secundária a processo aterosclerótico.
Dilatação fisiológica relacionada à idade, sem relevância anatômica.


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Em relação à avaliação com o Doppler, analise as assertivas a seguir:
I. O padrão típico do fluxo transmitral tem forma de M.
II. O Doppler pulsado é adequado para a avaliação do fluxo transmitral na imagem apical de duas câmaras.
III. O Doppler colorido mostra em tempo real o fluxo nos ventrículos.
IV. Na janela paraesternal curta, pode-se posicionar o Doppler pulsado sobre a valva tricúspide.
Quais estão corretas?
Apenas II.
Apenas I e II.
Apenas III e IV.
Apenas I, III e IV.
I, II, III e IV.
Paciente submetido a cateterismo femoral apresenta dor e massa pulsátil em região inguinal após 48 horas. O Doppler mostra fluxo persistente em saco aneurismático conectado à artéria femoral. Diante do exposto, assinale CORRETAMENTE o diagnóstico e a conduta intervencionista guiada por ultrassom:
Aneurisma fusiforme femoral, tratado apenas com acompanhamento clínico.
Dissecção arterial femoral, tratada com stent endovascular imediato.
Varizes secundárias femorais, tratadas com escleroterapia guiada por ultrassom.
Pseudoaneurisma femoral, tratado com compressão ecoguiada ou injeção de trombina no saco aneurismático.
Hematoma inguinal simples, tratado com drenagem percutânea.
Considerando que um paciente assintomático apresenta placa aterosclerótica na carótida interna com estenose de 70%, assinale a alternativa que indica a conduta diagnóstica CORRETA:
Nenhuma conduta, pois é variante anatômica.
Avaliação pré-operatória para endarterectomia ou stent.
Diagnóstico de dissecção arterial.
Solicitar apenas exames laboratoriais.
Considerar pseudoaneurisma carotídeo.
Paciente de 62 anos, hipertenso e diabético, apresenta suspeita de estenose crítica da artéria mesentérica superior. O exame Doppler mostra aliasing persistente no espectro, mesmo após ajustes básicos de ganho. De acordo com o caso, a conduta técnica CORRETA para eliminar o artefato sem comprometer a análise hemodinâmica deve ser:
Reduzir a profundidade de imagem para aumentar resolução espacial, mesmo que isso não altere o limite de Nyquist.
Elevar a escala de velocidade (PRF), ampliando o limite de Nyquist e reduzindo aliasing, ainda que diminua a sensibilidade a fluxos lentos.
Diminuir a frequência do transdutor, aumentando penetração e reduzindo aliasing, mas sacrificando resolução espacial.
Aplicar filtro de parede em níveis altos, eliminando sinais de baixa intensidade, mas comprometendo fluxos fisiológicos.
Ajustar o foco para região superficial, melhorando definição anatômica, mas sem impacto direto sobre aliasing.
Considerando um paciente jovem com febre, perda de peso e estenoses múltiplas em grandes vasos, assinale o diagnóstico CORRETAMENTE compatível com o caso:
Doença aterosclerótica difusa.
Dissecção múltipla.
Pseudoaneurisma traumático.
Síndrome de compressão venosa.
Arterite de Takayasu.


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Paciente jovem com dor e edema em membro superior após esforço. Doppler mostra compressão da veia subclávia. Conforme o caso, o diagnóstico CORRETAMENTE compatível é:
Trombose venosa profunda idiopática.
Varizes secundárias.
Pseudoaneurisma arterial.
Dissecção venosa.
Síndrome do desfiladeiro torácico venoso.
Em relação ao Doppler tecidual, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Seu princípio permite medir a movimentação do miocárdio usando o Doppler pulsátil com o volume da amostragem posicional em um local específico no miocárdio.
( ) As velocidades obtidas pelo Doppler colorido são geralmente menores do que os valores obtidos no Doppler tecidual espectral.
( ) O Doppler tecidual espectral pulsado somente pode ser obtido em tempo real, enquanto o Doppler colorido bidimensional permite a análise das velocidades de tecido posteriormente.
( ) Para uma maior acurácia, por conta da amplitude do movimento do miocárdio, o Doppler tecidual espectral deve ser obtido com tamanho da amostra inferior ao do Doppler pulsátil, para a análise de fluxos intracavitários.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – F – V – F.
F – V – V – V.
V – V – F – F.
V – V – V – V.
F – F – F – F.
Sobre o retorno venoso nas cardiopatias congênitas, é INCORRETO afirmar que:
A conexão das veias cavas superior inferior com o AD pode ser avaliada no plano subcostal e supraesternal.
Em recém-nascidos, as veias pulmonares podem ser avaliadas inteiramente pelo plano subcostal ou idealmente no supraesternal.
Em crianças maiores além do supraesternal, a combinação de planos subcostal, apical e paraesternal é muitas vezes necessária para identificar-se as quatro veias pulmonares.
A conexão da VCS é avaliada pela janela supraclavicular.
A forma ideal de realizar o exame ecocardiográfico em crianças e adultos com cardiopatias congênitas, com o objetivo de sistematizar o diagnóstico deve partir pelo arranjo atrial, em seguida avaliar-se as veias e suas conexões com os átrios.
Paciente apresenta sopro contínuo em região cervical. Doppler mostra comunicação direta entre artéria e veia. Sobre o enunciado, a característica que define malformação arteriovenosa é:
Fluxo pulsátil de alta resistência na veia.
Fluxo contínuo de baixa resistência na artéria aferente.
Presença de falso lúmen arterial.
Dilatação fusiforme arterial.
Espessamento da íntima-média.
Paciente com dor súbita e ausência de pulsos em membro inferior. Doppler mostra ausência de fluxo arterial distal. Conforme o caso, assinale CORRETAMENTE a característica que diferencia trombose arterial aguda de DAOP crônica:
Presença de colaterais desenvolvidos.
Fluxo turbulento pós-estenótico.
Ausência abrupta de fluxo sem colaterais compensatórios.
Espessamento da íntima-média.
Velocidade sistólica aumentada no segmento proximal.


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