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Uma criança de 6 anos, no terceiro dia de pós-operatório de correção de malformação abdominal, apresenta febre persistente, taquicardia, hipotensão refratária e sinais de hipoperfusão periférica. Os exames laboratoriais mostram acidose metabólica e elevação de lactato sérico. Segundo os princípios de manejo do choque séptico em pediatria, a conduta que representa a abordagem CORRETAMENTE adequada é:
Optar por observação clínica inicial sem intervenção imediata, aguardando evolução espontânea, para evitar sobrecarga terapêutica em paciente instável.
Instituir restrição hídrica absoluta como medida preventiva contra edema, mesmo diante de hipoperfusão e acidose metabólica, sem reposição volêmica ou suporte hemodinâmico.
Direcionar conduta exclusivamente para analgesia opioide, priorizando controle sintomático da dor, sem medidas antimicrobianas ou suporte intensivo.
Iniciar reposição volêmica precoce com cristaloides, associar antibioticoterapia de amplo espectro após coleta de culturas, introduzir suporte vasoativo em caso de refratariedade hemodinâmica e manter monitoramento intensivo multiparamétrico, prevenindo evolução para falência de múltiplos órgãos.
Transferir o paciente para cuidados ambulatoriais, priorizando redução de custos e tempo de internação, mesmo diante de instabilidade clínica grave e risco iminente de falência orgânica.


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