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Recém-nascido extremo prematuro (26 semanas) evolui com necessidade prolongada de oxigênio e diagnóstico de displasia broncopulmonar. Na avaliação ambulatorial, mantém taquipneia leve e dependência de suporte em baixo fluxo. Nesse contexto, a alteração do desenvolvimento pulmonar que contribui de forma CORRETA para a doença crônica é:
Aumento do número de alvéolos maduros ao nascimento, com hiperperfusão e shunt persistente.
Formação completa de vias aéreas terminais no segundo trimestre, com maturação acelerada do surfactante.
Predomínio de cartilagem traqueal rígida ao nascimento, com aprisionamento aéreo por baixa complacência.
Simplificação alveolar e comprometimento da angiogênese por interrupção da alveologênese em fase imatura.
Pleura visceral espessada desde o período fetal, com derrame crônico e limitação ventilatória restritiva.