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Homem de 71 anos com DPOC foi internado por exacerbação moderada. Após 72 horas, está afebril, sem acidose, com melhora da dispneia em repouso e SpO₂ 91% em ar ambiente, mantendo-se estável à deambulação curta. Técnica inalatória revisada e retorno agendado. A decisão CORRETA em relação à alta hospitalar é:
Manter internação até normalizar espirometria, usando VEF1 como critério central para liberação hospitalar.
Conceder alta sem ajustes terapêuticos, pois melhora clínica ocorreu e seguimento ambulatorial resolve pendências.
Prescrever antibiótico prolongado para prevenção de recidiva, independentemente de escarro purulento e febre persistente.
Prolongar internação para fisioterapia intensiva, mesmo com estabilidade clínica e plano terapêutico estruturado.
Considerar alta com plano de continuidade, otimização de manutenção e critérios de retorno, com suporte domiciliar organizado.