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Paciente de 68 anos com câncer de pulmão avançado em cuidados paliativos refere dispneia persistente em repouso, associada a ansiedade. Saturação em ar ambiente é 94%. Exame sem sinais de infecção aguda. Sobre o caso, a intervenção CORRETA para controle sintomático inicial deve ser:
Antibioticoterapia empírica e corticoide sistêmico, visando reduzir dispneia por mecanismo inflamatório inespecífico.
Opioide em baixa dose titulado para dispneia, associado a medidas não farmacológicas e suporte para ansiedade.
Oxigênio em alto fluxo visando saturação alta, como eixo do controle sintomático em dispneia refratária.
Intubação eletiva e ventilação invasiva, visando alívio imediato e sustentado da dispneia em qualquer cenário.
Diurético e vasodilatador, visando reduzir dispneia por congestão mesmo sem sinais clínicos de sobrecarga.