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Um paciente é admitido no pronto-socorro após episódio de confusão mental súbita. Durante o exame clínico, observa-se que ele não consegue identificar corretamente o local onde se encontra, apresenta dificuldade em reconhecer a data e demonstra flutuações na capacidade de manter contato com o examinador. Considerando os domínios da consciência e da orientação, a interpretação CORRETA do caso é:
O paciente apresenta alteração exclusiva da memória episódica, sem comprometimento da consciência ou da orientação.
O quadro sugere desorientação temporoespacial, frequentemente associada a estados confusionais agudos, como o delirium.
Trata-se de um déficit atencional isolado, característico de transtornos ansiosos, sem relação com alteração da consciência.
O paciente demonstra apenas alteração da afetividade, pois sua dificuldade em reconhecer o ambiente decorre de humor deprimido.
O achado é compatível com juízo crítico prejudicado, sem relação direta com consciência ou orientação.