

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Mulher, 72 anos, hipertensa em uso de losartana 50 mg/dia, portadora de diabetes mellitus tipo 2 controlado com metformina, sem história prévia de AVC/AIT ou doença vascular periférica conhecida, apresenta episódio de fibrilação atrial paroxística detectado por ECG de 12 derivações durante consulta na UBS (ausência de ondas P, ritmo irregular com intervalos RR variáveis >30 segundos, FC ventricular média 90 bpm). Ecocardiograma revela AE levemente dilatado, FEVE preservada. Calculado escore CHA2DS2-VA = 3 (IC 1, HAS 1, DM 1). De acordo com a Diretriz Brasileira de Fibrilação Atrial 2025, qual a conduta mais apropriada na atenção primária quanto à prevenção de fenômenos tromboembólicos?
Iniciar AAS 100 mg/dia isolado, por ser FA paroxística subclínica.
Manter sem terapia antitrombótica, pois escore <4 e sem sintomas graves.
Iniciar varfarina com INR alvo 2,0-3,0, preferencial por idade avançada.
Avaliar HAS-BLED; se >3, optar por aspirina em vez de anticoagulação.
Iniciar anticoagulante oral de ação direta (ACOD, ex.: apixabana 5 mg 2x/dia), com reavaliação periódica do risco.