

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Um menino de 8 anos é encaminhado à consulta de neuropediatria em um hospital público por queixa dos pais e professores de dificuldade persistente em manter a atenção em tarefas escolares, impulsividade em respostas durante as aulas e hiperatividade motora constante, como inquietação e dificuldade em permanecer sentado. Os sintomas estão presentes há mais de 6 meses, ocorrem em casa e na escola, e causam prejuízo nas relações sociais, sem evidências de outros transtornos evidentes.
A abordagem terapêutica inicial recomendada nesse caso é de:
Prescrever metilfenidato de liberação imediata como monoterapia inicial, monitorando efeitos colaterais cardiovasculares e de crescimento, conforme protocolos internacionais adaptados ao SUS.
Encaminhar diretamente para medicação com lisdexanfetamina, associada à terapia ocupacional, uma vez que o PCDT do MS prioriza estimulantes de ação prolongada para casos escolares graves.
Recomendar apenas observação e reavaliação em 6 meses, pois os sintomas de Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) podem regredir espontaneamente na pré-adolescência sem intervenção precoce.
Iniciar intervenção multimodal não farmacológica, incluindo psicoeducação familiar, terapia cognitivo-comportamental e adaptações escolares, priorizando avaliação multidisciplinar para confirmação diagnóstica.
Iniciar atomoxetina como primeira linha, combinada com estimulação neuropsicológica, alinhada às diretrizes do MS que enfatizam inibidores de recaptação de noradrenalina para minimizar riscos de abuso.