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Um adolescente de 14 anos apresenta sintomas respiratórios (tosse e sibilância) mais de duas vezes por mês, porém menos que diariamente, sem despertares noturnos e com função pulmonar (VEF1) normal.
Assinale a alternativa que indica corretamente a conduta terapêutica preferencial, segundo a atualização do GINA 2025, para este quadro compatível com asma persistente leve (Etapa 2).
Iniciar o uso diário e fixo de beta-2 agonista de ação longa (LABA) em monoterapia, reservando o corticosteroide inalatório apenas para os períodos de exacerbação infecciosa.
Manter o uso de beta-2 agonista de ação curta (SABA) isolado conforme a necessidade, visto que a função pulmonar está preservada e o risco de exacerbação grave é nulo nessa etapa.
Prescrever a combinação de corticosteroide inalatório associado ao formoterol em dose baixa, para ser utilizado estritamente conforme a necessidade, para o alívio dos sintomas.
Prescrever corticosteroide inalatório em dose alta diariamente por 4 semanas, seguido de desmame progressivo até a suspensão total, caso o paciente permaneça assintomático.
Instituir o uso de antagonistas dos receptores de leucotrienos (ARLT) como monoterapia de primeira escolha, devido ao perfil de segurança superior em relação aos corticoides inalatórios.