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Uma mulher de 58 anos, obesa, com história familiar de diabetes, apresenta glicemia de jejum persistentemente alterada e hemoglobina glicada em faixa diagnóstica para diabetes melito tipo 2. Não há sintomas catabólicos, cetose ou sinais de descompensação aguda. Considerando a abordagem inicial em medicina ambulatorial, a conduta mais adequada é:
Iniciar insulinoterapia plena em todos os casos recémdiagnosticados, pois a hiperglicemia persistente indica falência pancreática avançada.
Solicitar teste oral de tolerância à glicose para substituir a hemoglobina glicada, pois esta não auxilia no acompanhamento longitudinal.
Priorizar orientação de estilo de vida, confirmar estratificação de risco cardiovascular e iniciar plano terapêutico conforme perfil clínico e metas individualizadas.
Adiar tratamento farmacológico até surgimento de sintomas, mantendo acompanhamento anual da glicemia e do peso corporal.