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Paciente, sexo feminino, 65 anos com choque séptico na UTI. Ela tem história de diabetes e hipertensão.
Apesar da ressuscitação com fluidos e administração de antibióticos de amplo espectro, a paciente tem débito urinário de 0,3 mL/kg/hora, lactato sérico de 6 mmol/L (Normal até 2 mmol/L) e déficit de base de -6 mEq/L (Normal até -2 mEq/L).
Diante dos desafios na avaliação da perfusão de órgãos terminais, qual a conduta mais adequada a seguir nesse momento?
Reduzir a infusão de fluidos, pois o déficit de base e o lactato elevados indicam uma possível sobrecarga volêmica, comprometendo a perfusão de órgãos terminais.
Inotrópicos podem até ser considerados, mas após a otimização do status volêmico, e ausência de resposta aos vasopressores.
Adicionar diurético à terapia atual, visto que o débito urinário reduzido é um marcador confiável de má perfusão.
Monitorizar o status volêmico da paciente e considerar o uso de vasopressores em conjunto com a reavaliação contínua dos marcadores de perfusão e das medidas clínicas para direcionar a terapia subsequente.