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Homem, 68 anos, portador de hipertensão arterial sistêmica e insuficiência cardíaca com fração de ejeção de 35%, dá entrada na emergência com dispneia súbita intensa, ortopneia e tosse produtiva com expectoração espumosa e rosada. Ao exame físico: PA: 190/110 mmHg; FC: 120 bpm; SpO₂: 84% em ar ambiente; MV: crepitações finas difusas em ambos os campos; BN: ritmo de galope; presença de turgência jugular; perfusão periférica adequada. A gasometria arterial mostra: pH: 7,32; PaCO₂: 48 mmHg; PaO₂: 58 mmHg (FiO₂ 21%); HCO₃⁻: 24 mmol/L. Diante desse quadro, qual deve ser a conduta inicial mais adequada?
Administrar solução salina isotônica 500 mL em bolus para melhorar o débito cardíaco.
Indicar intubação orotraqueal imediata e iniciar dopamina em infusão contínua.
Administrar morfina e suspender qualquer medicação vasodilatadora devido à hipertensão.
Iniciar furosemida endovenosa e nitroglicerina em infusão, associando ventilação não invasiva com pressão positiva.
Prescrever hidrocortisona e antibiótico empírico de amplo espectro imediatamente.