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Sobre a taquicardia juncional ectópica, assinale a alternativa INCORRETA.
É uma das arritmias mais frequentes em status de pós-operatório, juntamente com a taquicardia supraventricular e o bloqueio atrioventricular completo.
A TJE é uma arritmia observada quase que exclusivamente em crianças após a cirurgia cardíaca.
Os fatores de risco incluem idade menor que um ano, correção de comunicação interventricular, defeito do septo atrioventricular, maior tempo de clampeamento aórtico e história de insuficiência cardíaca.
A terapêutica consiste em medidas gerais e para reversão ou controle da FC. O objetivo do tratamento é a dimimuição da FC e o controle do baixo débito, uma vez que se trata de arritmia autolimitada.
O ECG evidencia uma frequência de 170 a 260 bpm, dissociação AV e complexo QRS estreito. Após correção de tetralogia de Fallot, pode-se ter QRS alargado como imagem de bloqueio ou distúrbio de condução do ramo direito. Se houver dificuldade no diagnóstico, é possível administrar adenosina sem que haja alteração na frequência do QRS.