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N. K. S. M., sexo feminino, 7 anos, vem em consulta acompanhada dos seus genitores, os quais contam que a sua filha sempre teve uma vida muito tranquila e sem preocupação; sempre foi uma menina bastante saudável, porém precisou passar pelo processo de mudança de escola devido à idade. Mãe descreve que, depois da mudança, que aconteceu há 90 dias, passou a apresentar medo excessivo e persistente quando vai para a escola e desenvolveu sintomas somáticos e a necessidade de evitar ir ao colégio ou ficar longe da sua mãe. A paciente diz que tem medo de ser raptada ou morta; ao falar disso, começa a chorar e apresenta episódio de tontura, mas não chega a desmaiar; tem cefaleia e náuseas. Pais vieram procurar ajuda principalmente por pressão da escola, pois a sua filha não comparece há 15 dias. Ambos os pais são relutantes, pois entendem que o que vem acontecendo é apenas um exagero da sua filha e que não há motivo para preocupação. Com base no caso apresentado, assinale a alternativa correta.
Trata-se de um quadro de Bullying sofrido na escola, e os pais devem ser orientados a procurar outra instituição de ensino.
Trata-se do início de um quadro de transtorno depressivo maior; deve-se encaminhar a paciente para psicoterapia e, devido prejuízo, iniciar medicação.
Trata-se de um quadro de ansiedade de separação; o manejo deve englobar psicoeducação, manejo comportamental, participação da escola e TCC.
Os pais estão certos, e o quadro não passa de uma hiperreatividade da filha; não há nada a ser feito, pois só reforçaria esses comportamentos.
Trata-se de síndrome do pânico, e a melhor terapêutica é a exposição ao fator aversivo.