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Homem, 67 anos, apresenta lesão ulcerada na asa nasal direita, de bordas elevadas e peroladas, centro deprimido e telangiectasias na superfície. A lesão vem crescendo lentamente há 18 meses, sem dor ou sangramento. O exame físico não mostra adenomegalias cervicais. Após biópsia incisional, confirmou-se um carcinoma com comprometimento da cartilagem. Qual é o tipo histológico esperado para esse carcinoma no diagnóstico e qual(is) é(são) a(s) opção(oes) de reconstrução após excisão cirúrgica com margens adequadas?
O carcinoma basocelular é o tumor cutâneo maligno mais comum; a reconstrução da asa nasal deve priorizar a reposição das três camadas anatômicas (mucosa, cartilagem e pele), podendo ser realizada com enxerto composto retirado da hélice da orelha.
O carcinoma basocelular tem alto potencial metastático; a reconstrução ideal é com retalho interpolado com enxerto de cartilagem auricular.
Trata-se de carcinoma espinocelular. A reconstrução nasal deve ser feita imediatamente após ampliação de margem cirúrgica com retalhos locais ou enxertos compostos.
Trata-se de carcinoma espinocelular. O retalho frontal médio é contraindicado em defeitos da asa nasal, pois não preserva o contorno alar.
Apesar do acometimento da cartilagem, o carcinoma basocelular infiltrativo pode ser tratado com pomadas tópicas devido à baixa possibilidade de metástase.