

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Paciente de 68 anos, sexo masculino, apresenta-se à emergência da UPA relatando que, há 2 horas, iniciou com dor em aperto na região precordial, intensa, irradiando para braço esquerdo e região cervical. Após repouso de 1h, a dor não melhorou e o paciente evoluiu com falta de ar progressiva e sudorese fria, estando letárgico, confuso e com as extremidades frias. Exame Físico na admissão evidenciou turgência de jugular; PA: 60/38 mmHg; FC: 115 bpm; presença de B3; abafamento de bulhas; pulso fino e rápido; FR: 28 irpm; SpO2 88% (ar ambiente) com crepitações finas em bases pulmonares bilateralmente. Paciente agitado e nervoso. Foi solicitado ECG, que evidenciou:

Laboratório inicial: Troponina T ultrassensível: Elevada; Lactato Sérico: Cr: 2,8 mg/dL Eletrólitos: normais. 4,5 mmol/L;
Considerando o caso e as informações apresentadas, segundo as recomendações mais atuais publicadas pela AHA 2025, é correto afirmar que
os critérios de hipoperfusão estão ausentes nesse paciente.
o paciente deve ser rapidamente encaminhado para cateterismo cardíaco.
mesmo se disponível na unidade, o ecocardiograma transtorácico ou ultrassom cardíaco à beira do leito não tem indicação nesse momento do quadro.
o paciente encontra-se em choque cardiogênico, mas não tem critérios para tamponamento cardíaco grave e nem para transferência de nível de cuidado mais avançado.
a hipoperfusão pode ser tratada inicialmente com altas doses de medicações vasoativas intravenosas, incluindo inotrópicos, cronotrópicos, inopressores, inodilatadores, vasodilatadores e vasopressores.