

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Paciente de 32 anos, sexo feminino, analista financeiro, chama colega de trabalho por estar sentindo-se mal. O SAMU é acionado, e o regulador é informado de que, há 5 minutos, ao finalizar uma apresentação que deveria ser mostrada aos diretores da empresa, ela iniciou com mal-estar súbito, palpitações, dor tipo aperto no peito, sem irradiação, agitação e relato de formigamento nos lábios e mãos. Os colegas aferiram por 2 vezes a PA da paciente, dando 190/120 mmHg, FC = 125 bpm, e relataram que ela não tem comorbidade. O regulador enviou ambulância com motorista, 1 médico e 1 técnica de enfermagem que, ao chegar, encontrou a paciente agitada e hiperventilando. Ela foi levada rapidamente à UPA mais próxima. Na admissão, encontra-se alerta, consciente, orientada e tensa. PA (Pressão Arterial) = 165/80 mmHg, FR: 27 ipm e SpO2: 98%. AR: sem sons atípicos, sem demais anormalidades. Sobre esse caso, é correto afirmar que
o médico regulador não pode, de acordo com suas atribuições, enviar uma unidade móvel com base em informações obtidas de pessoas leigas.
o médico da UPA deve negar o atendimento da paciente, por não estar dentro da área de cobertura de sua residência.
o regulador enviou uma ambulância tipo A, e sua equipe está organizada adequadamente de acordo com esse tipo de atendimento.
se trata de uma pseudocrise hipertensiva, sendo necessário deixar essa paciente em observação clínica por 30 minutos em ambiente calmo, avaliando a resolução dos sintomas e a redução da PA.
se trata de uma emergência hipertensiva e, nesse caso, é necessário medicar rapidamente a paciente com medicações sublinguais como um betabloqueador, a fim de controlar a crise hipertensiva