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Suponha a seguinte situação fictícia relativa a um atendimento em uma Unidade Básica de Saúde/Estratégia de Saúde da Família (UBS/ESF).
Homem de 58 anos, diabético mal controlado com hemoglobina glicada de 9,1% e em uso de prednisona por vasculite, apresentando tosse crônica, hemoptise e perda de peso há 2 meses. Radiografia de tórax mostra cavitação no lobo superior esquerdo e nódulos múltiplos. Sem febre alta.
A conduta inicial apropriada para diagnóstico diferencial entre tuberculose e infecção fúngica pulmonar cavitária nessa realidade é:
Iniciar voriconazol imediato por suspeita de aspergilose invasiva, solicitando galactomanana sérica e interconsulta à infectologia.
Solicitar cultura fúngica mais sorologia para histoplasmose e paracoccidioidomicose, encaminhando para referência especializada com anfotericina B empírica se hemoptise persistente.
Solicitar cultura para tuberculose e fungos, sorologia específica para histoplasmose e paracoccidioidomicose, prescrever fluconazol e monitorar semanalmente, solicitando interconsulta à infectologia.
Tratar como tuberculose com RIPE empírico devido a hemoptise e isolar paciente, aguardando baciloscopia antes de cultura e sorologia fúngicas.