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Suponha a seguinte situação fictícia:
Você atende pela primeira vez um paciente adulto, de 18 anos, sexo masculino, com história de vários episódios de broncoespasmo durante toda a vida. Era acompanhado pelo pediatra até poucos meses atrás e era tratado com corticoide inalatório. Pelo histórico do paciente, ele foi um bebê prematuro ao nascer. Nasceu com 27 semanas de idade gestacional, ficou em ventilação mecânica invasiva por 42 dias e teve alta da UTI neonatal ainda em uso de oxigênio, que só conseguiu ser suspenso após os 4 meses de vida.
Diante do caso exposto, assinale a alternativa CORRETA.
Esse paciente precisa de uma espirometria para fazer a classificação do fenótipo e deve ser tranquilizado, pois com a chegada da vida adulta e o final da alveolização pulmonar, é esperado que a doença melhore.
Nesse paciente, não há necessidade de exames de função pulmonar, mas deve ser mantido o corticoide inalado, com uso de beta-2-agonista de curta duração nos episódios de exacerbação da asma.
Esse paciente precisa de uma espirometria para fazer a classificação do fenótipo e acompanhamento individualizado, pois a broncodisplasia pode persistir na vida adulta e ter uma padrão similar a uma DPOC.
Nesse paciente, não há necessidade de exames de função pulmonar, mas com a chegada da vida adulta, o tratamento de escolha é a terapia de manutenção e alívio, sendo essencial a escolha do formoterol como beta-agonista.