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Leia o seguinte caso clínico hipotético e responda:
Um operador de guindaste de 48 anos é trazido ao posto médico do canteiro de obras por colegas após episódio súbito de palpitações rápidas, tontura e sudorese fria durante operação da máquina a 15m de altura. ECG de 12 derivações confirma fibrilação atrial paroxística (FA) com resposta ventricular 140–160 bpm. PA 210/110 mmHg, sat O2 96% AA, sem dor torácica ou sinais de ICC. Histórico de HAS não controlada e tabagismo; atividade crítica enquadrada em NR-35. Não há história de FA prévia ou anticoagulação.
Considerando o quadro de FA e o score CHA2DS2-VASc, a conduta terapêutica adequada e considerações ocupacionais pós-estabilização hemodinâmica consistem em:
Metoprolol IV 5 mg, iniciar anticoagulantes orais diretos; ASO: inapto temporário, comunicar RENAST.
Cardioversão elétrica 120J com DEA, sem estratificação de risco tromboembólico, iniciar antiarrítmicos; ASO: repouso domiciliar 48h, comunicar NAST por episódio isolado.
Amiodarona IV 150 mg, iniciar anticoagulantes orais diretos e antiarrítmicos; ASO: apto com restrições, emitir CAT/RENAST.
Midazolam IV 10 mg e cardioversão elétrica 120J com DEA, sem estratificação de risco tromboembólico; ASO: apto com restrições, comunicar RENAST.