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Leia o caso clínico apresentado a seguir para responder às questões 26 e 27:
Paciente, sexo masculino, 58 anos, ex-tabagista, com história de dispneia progressiva aos esforços, há cerca de 1 ano, atualmente com piora de classe funcional, evoluindo para classe III, encaminhado para avaliação especializada. Nega dor torácica típica, síncope ou ortopneia. Refere redução significativa da capacidade funcional, com limitação para atividades habituais. Ao exame físico: PA: 118 x 74 mmHg; FC: 92 bpm; saturação: 93% em ar ambiente; turgência jugular discreta com sopro sistólico leve em foco tricúspide; hiperfonética em foco pulmonar; edema de membros inferiores 1+/4+. Encaminhado para realização de cateterismo cardíaco direito, obtendo os seguintes parâmetros: pressão média da artéria pulmonar (PAPm): 36 mmHg; pressão de oclusão capilar pulmonar (PCP): 10 mmHg; débito cardíaco: reduzido e resistência vascular pulmonar (RVP): 5,2 Wood units.
Considerando o perfil clínico do paciente e que, após investigação complementar, não houve evidência de doença tromboembólica crônica ou doença pulmonar significativa, é correto afirmar que a estratégia terapêutica inicial é
a anticoagulação plena como terapia específica obrigatória.
a indicação imediata de transplante pulmonar.
a terapia combinada inicial com fármacos que atuam nas vias da endotelina e do óxido nítrico.
o uso isolado de diuréticos e acompanhamento clínico.
o uso exclusivo de betabloqueadores para controle de sintomas.