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Recém-nascido a termo, com peso de nascimento de 4.200 g (GIG), filho de mãe com diabetes mellitus tipo 1 mal controlado durante a gestação, apresenta, nas primeiras horas de vida, taquipneia, irritabilidade e um sopro sistólico ejetivo suave em borda esternal esquerda. O ecocardiograma revela hipertrofia acentuada do septo interventricular com redução da via de saída do ventrículo esquerdo.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a conduta inicial mais adequada e o prognóstico dessa condição cardíaca.
Manter estabilidade hemodinâmica e monitorar glicemia; a condição costuma ser transitória, com regressão espontânea da hipertrofia em alguns meses.
Prescrever diuréticos de alça e restrição hídrica rigorosa; a hipertrofia é permanente e evoluirá para insuficiência cardíaca crônica.
Indicar correção cirúrgica de urgência (miectomia septal); o risco de morte súbita é elevado no período neonatal.
Iniciar digitálicos imediatamente para melhorar a contratilidade; o prognóstico é reservado e exige cirurgia corretiva precoce.
Iniciar prontamente a infusão de prostaglandina E1 (alprostadil) para manter a patência do canal arterial e encaminhar para cirurgia de bandagem da artéria pulmonar.