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No cuidado ao recém-nascido (RN) no alojamento conjunto, a identificação precoce de alterações cardíacas é fundamental. Sobre o RN filho de mãe diabética (RNFMD) e/ou o RN com síndrome de Down (trissomia do 21), assinale a alternativa correta.
No RN com síndrome de Down, a cardiopatia congênita está presente em aproximadamente 10% dos casos, sendo a tetralogia de Fallot a malformação mais prevalente nessa população.
O RNFMD pode apresentar miocardiopatia hipertrófica, caracterizada especialmente pela hipertrofia do septo interventricular, que costuma ser transitória e regredir nos primeiros meses de vida.
No RNFMD com obstrução do fluxo de saída do ventrículo esquerdo por hipertrofia septal, o tratamento de escolha imediato deve incluir o uso de inotrópicos positivos, como a dopamina, para melhorar o débito cardíaco.
A alteração cardíaca mais comum no RNFMD é a comunicação interatrial (CIA) ostium secundum, decorrente do efeito teratogênico da hiperinsulinemia fetal no primeiro trimestre.
O defeito do septo atrioventricular (DSAV) total é a cardiopatia menos comum na síndrome de Down, ocorrendo em menos de 5% dos recém-nascidos afetados por essa trissomia.