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Uma mulher de 60 anos procura a Unidade de Saúde da Família com queixa de dor lombar persistente há mais de seis meses, de intensidade moderada, sem sinais de alarme. Refere impacto no sono e nas atividades diárias. Já utilizou analgésicos simples com melhora parcial. Ao exame físico, não há déficits neurológicos. Considerando o manejo da dor crônica na Atenção Primária à Saúde, é correto afirmar que a conduta adequada é:
Realizar abordagem multidimensional, incluindo medidas não farmacológicas, uso racional de medicamentos e acompanhamento longitudinal.
Prescrever opioides como primeira escolha para controle da dor, independentemente da intensidade.
Solicitar exames de imagem de rotina, mesmo na ausência de sinais de alarme.
Orientar repouso prolongado como principal medida terapêutica.
Considerar a dor como queixa subjetiva sem necessidade de intervenção clínica.