

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Leia o caso e analise a imagem a seguir.
Paciente do sexo masculino, 68 anos, comparece ao departamento de emergência com queixa de dispneia progressiva até o repouso há cerca de 3 horas. Familiares relatam que o paciente apresentou tosse com eliminação de secreção rósea e espumosa há poucos minutos. Nega febre, dor torácica e alterações urinárias. Antecedente de hipertensão arterial em uso irregular de anlodipino 10 mg e hidroclorotiazida 25 mg. Ao exame físico, encontra-se taquidispneico, com frequência respiratória de 32 ipm, pressão arterial de 220 x 160 mmHg, frequência cardíaca de 102 bpm, tempo de enchimento capilar inferior a 3 segundos. À ausculta respiratória, apresenta estertores crepitantes difusamente até ápices em ambos os hemitórax. Gasometria arterial (colhida após suplementação de oxigênio por máscara facial a 15 L/min): pH 7,51; pCO2 28 mmHg; pO2 51 mmHg; bicarbonato 22 mEq/L. Eletrocardiograma com taquicardia sinusal e sinais de hipertrofia ventricular esquerda. Radiografia de tórax realizada evidenciou o seguinte resultado:

Qual é o tratamento indicado neste momento?
Suporte ventilatório não invasivo com pressão positiva, infusão endovenosa de nitroprussiato de sódio e diurético de alça.
Suporte ventilatório com máscara facial de oxigênio, expansão volêmica com cristaloide 30mL/kg e antimicrobianos de largo espectro.
Suporte ventilatório com intubação e ventilação mecânica invasiva, administração de dobutamina e metoprolol por via endovenosa.
Suporte ventilatório com máscara de Venturi e fração inspirada de oxigênio de 0,5, administração de broncodilatadores e glicocorticoides.