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Na emergência, um homem com pré-excitação ventricular apresenta fibrilação atrial, complexos largos de morfologia variável e resposta ventricular muito rápida. A pressão arterial e o estado mental permanecem preservados. A equipe opta por tratamento farmacológico inicial, mantendo cardioversão sincronizada preparada. Qual é a conduta correta?
Administrar adenosina intravenosa, pois o bloqueio transitório do nó atrioventricular interrompe a condução retrógrada e reduz a ativação ventricular pela via acessória.
Administrar procainamida intravenosa ou ibutilida, com monitorização contínua, evitando fármacos predominantemente bloqueadores do nó atrioventricular e realizando cardioversão caso surja instabilidade.
Administrar diltiazem intravenoso, pois o controle da condução nodal reduz a frequência ventricular e limita o recrutamento progressivo da via acessória durante a fibrilação atrial.
Administrar digoxina intravenosa, pois o aumento do tônus vagal prolonga a refratariedade atrioventricular e diminui a velocidade de condução ventricular pelo feixe acessório.
Administrar amiodarona intravenosa, pois o prolongamento da refratariedade ventricular neutraliza o risco de aceleração da condução pela via acessória durante a fibrilação atrial.