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Na embolia pulmonar aguda, uma pessoa permanece normotensa, mas apresenta escore clínico de gravidade elevado, disfunção do ventrículo direito e aumento de biomarcador cardíaco, sem sinais de hipoperfusão, choque ou falência cardiopulmonar incipiente. Diante dessa estratificação de risco, a abordagem terapêutica inicial deve compreender:
a trombólise sistêmica imediata associada à anticoagulação, pois a combinação de disfunção ventricular direita e biomarcador elevado equivale à falência cardiopulmonar estabelecida.
a hospitalização, a anticoagulação e a monitorização próxima, reconhecendo que o benefício da reperusão imediata é incerto e preparando escalonamento diante de deterioração clínica.
o tratamento ambulatorial com anticoagulante oral, pois a pressão arterial preservada define baixo risco mesmo diante de disfunção ventricular e lesão miocárdica.
a embolectomia cirúrgica imediata, pois a disfunção ventricular direita identifica obstrução anatômica extensa e prediz falha da anticoagulação isolada durante as primeiras horas.
a implantação de filtro de veia cava antes da anticoagulação, pois a elevação do biomarcador indica risco elevado de nova embolização e recorrência precoce.