Imagem de fundo

Homem de 64 anos com diabetes mellitus tipo 2, hipertensão...

Homem de 64 anos com diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial e doença renal crônica em estágio 3 dá entrada no pronto-socorro de um centro sem capacidade para realizar cateterismo cardíaco, apresentando dor torácica anginosa típica e eletrocardiograma com elevação do segmento ST em parede inferior. Os sinais vitais são estáveis e não há congestão pulmonar, turgência venosa jugular ou arritmias. O paciente é tratado com aspirina, clopidogrel e heparina intravenosa e evolui sem intercorrências. O centro mais próximo com capacidade para realizar intervenção coronariana percutânea (ICP) fica a 40 minutos de distância de ambulância.

Nesse momento, a melhor medida a ser tomada no manejo desse paciente é


A

administrar metade da dose de fibrinolítico e transferir com urgência para centro com ICP.


B

administrar metade da dose de fibrinolítico e transferir dentro de 6 horas para centro com ICP.


C

administrar dose total de fibrinolítico e transferir com urgência para centro com ICP.


D

administrar dose total de fibrinolítico e transferir dentro de 6 horas para centro com ICP.


E

transferir imediatamente para realização de ICP primária.