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Mulher de 71 anos, cinco dias após infarto tratado com angioplastia, desenvolve dispneia súbita, edema agudo de pulmão e sopro holossistólico novo em foco mitral. Pressão arterial é 78 por 48 mmHg. Ecocardiograma demonstra regurgitação mitral aguda grave, folheto mitral flail e estrutura móvel correspondente à cabeça rompida do músculo papilar.
A conduta mais apropriada é
realizar reparo mitral transcateter de rotina como primeira escolha, reservando cirurgia apenas para falha do procedimento.
tratar inicialmente com vasodilatador e diurético até resolução do edema pulmonar, programando cirurgia eletiva após quatro semanas.
encaminhar para correção cirúrgica emergencial, utilizando suporte hemodinâmico e eventualmente circulatório como ponte conforme necessidade.
iniciar suporte inotrópico e balão intra-aórtico e postergar cirurgia até estabilização completa, pois operar na primeira semana após o IAM aumenta excessivamente a mortalidade.
realizar intervenção coronariana percutânea da artéria culpada como tratamento isolado, porque a revascularização costuma reverter a insuficiência mitral aguda por ruptura papilar.