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A anamnese psiquiátrica constitui o pilar fundamental do diagnóstico e do planejamento terapêutico, exigindo do clínico a integração entre a habilidade de condução da entrevista e a técnica de exploração das funções mentais. A estrutura da história clínica e a seleção de exames complementares devem ser pautadas pela hipótese diagnóstica, garantindo que a investigação subjetiva seja corroborada pela propedêutica adequada. Diante da complexidade técnica envolvida na semiologia e na estruturação do prontuário psiquiátrico, assinale a alternativa CORRETA.
O diagnóstico em psiquiatria é estabelecido por marcadores biológicos em exames de sangue, enquanto a anamnese clínica serve como um roteiro acessório complementar para a identificação da personalidade pré-mórbida do indivíduo.
O exame do estado mental é um registro estático focado na história pregressa do paciente, sendo o eletroencefalograma o exame padrão para a confirmação diagnóstica de transtornos de personalidade e transtornos de ansiedade.
A súmula psicopatológica deve ser redigida de forma subjetiva conforme a interpretação do acompanhante, ao passo que a dosagem de lítio e de outros níveis séricos de fármacos é classificada como parte da história da doença atual do paciente.
A súmula do exame do estado mental deve ser estruturada mediante a descrição das funções psíquicas, partindo daquelas que garantem suporte biológico, como nível de consciência e orientação, para funções mais complexas, como juízo crítico.