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A abordagem das cardiopatias congênitas no período neonatal...

A abordagem das cardiopatias congênitas no período neonatal e na infância exige a compreensão dos fluxos preferenciais e das pressões intracavitárias para a correta indicação terapêutica. Considerando a fisiopatologia das cardiopatias com hiperfluxo pulmonar, as crises de hipóxia na Tetralogia de Fallot e o manejo das lesões ducto-dependentes, avalie as proposições abaixo e assinale a alternativa CORRETA.


A

A persistência do canal arterial em prematuros associa-se ao desenvolvimento de hipertensão portal e enterocolite necrotizante, sendo a indometacina o agente de escolha para promover a abertura desse canal através da inibição das ciclo-oxigenases.


B

O uso de prostaglandina E1 em RN com transposição das grandes artérias visa promover o fechamento do forame oval para evitar a mistura de sangue oxigenado e garantir a estabilidade hemodinâmica até a correção cirúrgica.


C

A crise de hipóxia na Tetralogia de Fallot decorre do espasmo do infundíbulo pulmonar, sendo o tratamento inicial baseado na posição genupeitoral para aumentar a resistência vascular sistêmica e reduzir o shunt direita-esquerda.


D

A comunicação interventricular de grande volume promove um shunt da direita para a esquerda devido à alta resistência vascular pulmonar no período neonatal, resultando em cianose central precoce e sopro sistólico ejetivo.